A vida é um sopro
Sombrio, frio, enigmático.
Sopro vazio; um rio.
Anil.
A vida, tão fugaz, jaz.
Não há paz. Não mais.
Alcatraz voraz!
Ais!
Viver, viver... Não tendo a vergonha de ser feliz?
Como, se a felicidade depende da vergonha?
A vergonha da infelicidade é uma calamidade!
Vai! Viva a tua vida que eu vivo a minha.
Sentimentos são imprevisíveis. Não confio.
O sopro? Não existe mais. Nunca existiu, na verdade.
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