Amanhã é outro dia.
Amanhã é outro tempo.
Me vejo e não consigo acreditar que vivo
Vivo ao lado daquela a quem despejo toneladas de amor
Àquela que me soterra de sentimentos excelsos, assisto
Não me imagino sem esta; se este
Este sonho de alegrias, lutas e conquistas
Lutas que prevejo hoje
Conquistas que aspiro amanhã
Porque amanhã, ah!
Amanhã é outro dia.
Amanhã é outro tempo.
terça-feira, 16 de junho de 2015
SANGUE
O sangue corre nas veias
Nas veias de quem o tem.
Seja vermelho
Seja azul
Seja sangue
Sangue bom.
Nas veias de quem o tem.
Seja vermelho
Seja azul
Seja sangue
Sangue bom.
É TARDE
É tarde
Meus olhos cansam de ler, de escrever
Navego neste mundo virtual
Navego, ainda, em um mar
Mar de amor, mar de amor.
É tarde
Embora esteja cansado
Navego sem medo, pois sei que as águas não afogar-me-ão
As ondas não me submergirão
Os tubarões. Ah! os tubarões...
Estes me comem à medida que escrevo
Quando exponho meus sentimentos
Quando mostro ao mundo a obra que nasci para fazer, para ver.
Peixes não existem nestas águas, nestas ondas.
Navego em mar, rio ou lagoa
Não molho-me em piscina, chuveiro ou bacia d'água
Estou cá eu na rede
A rede mundial.
Estou aqui e já é tarde.
Por isso me desfaço das palavras, das letras
Me despeço e, sem nexo, parto ao porto
Pegar o mar, as ondas, as águas.
Águas que não molham, que não matam a sede.
Meus olhos cansam de ler, de escrever
Navego neste mundo virtual
Navego, ainda, em um mar
Mar de amor, mar de amor.
É tarde
Embora esteja cansado
Navego sem medo, pois sei que as águas não afogar-me-ão
As ondas não me submergirão
Os tubarões. Ah! os tubarões...
Estes me comem à medida que escrevo
Quando exponho meus sentimentos
Quando mostro ao mundo a obra que nasci para fazer, para ver.
Peixes não existem nestas águas, nestas ondas.
Navego em mar, rio ou lagoa
Não molho-me em piscina, chuveiro ou bacia d'água
Estou cá eu na rede
A rede mundial.
Estou aqui e já é tarde.
Por isso me desfaço das palavras, das letras
Me despeço e, sem nexo, parto ao porto
Pegar o mar, as ondas, as águas.
Águas que não molham, que não matam a sede.
segunda-feira, 8 de junho de 2015
NÃO SEI AONDE ESTOU
Não sei aonde estou
Mas sei que estou
N'algum lugar
Onde há ar
Pois posso respirar.
Não sei se estou
Onde estou
Porque sou o que sou
Mas assim sou
Por isso não vou
Pr'algum lugar
Onde eu queira estar.
Daqui me vou
Sem saber a direção
Se hidráulica ou não
À força da mão
Me faço falcão.
Como não saber quem sou, se sou eu quem me sei?
Não posso me saber por inteiro
Pois não foi eu quem me fez.
Àquele que me fez, não na terra, mas no céu, é bendita a honra que se lhe tem.
Ele sim, sabe:
quem sou;
a que estou;
por que estou;
como estou;
aonde estou
e, também, se o carro possui, ou não, direção hidráulica.
Mas sei que estou
N'algum lugar
Onde há ar
Pois posso respirar.
Não sei se estou
Onde estou
Porque sou o que sou
Mas assim sou
Por isso não vou
Pr'algum lugar
Onde eu queira estar.
Daqui me vou
Sem saber a direção
Se hidráulica ou não
À força da mão
Me faço falcão.
Como não saber quem sou, se sou eu quem me sei?
Não posso me saber por inteiro
Pois não foi eu quem me fez.
Àquele que me fez, não na terra, mas no céu, é bendita a honra que se lhe tem.
Ele sim, sabe:
quem sou;
a que estou;
por que estou;
como estou;
aonde estou
e, também, se o carro possui, ou não, direção hidráulica.
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