Teus cabelos, negros, exalam a beleza destra que de ti sai.
Seus olhos, encantados, refletem a nobreza da tua mocidade.
Tua boca, carnuda, miúda, expressa o ideal sensacionalista da perfeição.
Teu corpo...
Ah! O teu corpo!
Não há comparação para tal...
Ele, formoso como é, simples como o contorno de um violão, faz-me desejá-lo como quem almeja tocar uma canção apaixonada àquela cujo amor é datado desde o conhecimento remoto.
Sei que, bela como és, não podes ser minha, pois a incompatibilidade não nos permite a união.
Assim, somente viverei assistindo a tua beleza de longe, gemendo de emoção e vontade de tê-la.
Posso dizer, então, literalmente, que morrerei de amor por voce.
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